Os dados mostram a força deste setor de serviços quando o assunto é empregabilidade. No Brasil, é responsável por 55% do PIB nacional, segundo dados do IBGE. Isso ocorre porque, independente dos momentos por que passa nossa economia, as pessoas precisam consumir serviços, nos quais o trabalho humano é essencial e nem sempre pode ser substituído por uma máquina.
Segundo a Central Brasileira do Setor de Serviços, um em cada três empregos gerados na última década foi em empresas de terceirização de serviços. O setor é de oportunidades, mas como qualquer outro, exige qualificação. Apesar da característica natural "servil", a mão de obra deve ser reconhecida como "mão de obra servil técnica qualitativa" acima de tudo. Nesse sentido é que se encaixam as empresas especializadas em terceirização de serviços.
Mais do que recrutar e selecionar profissionais, essas organizações precisam estar cientes do grande papel que seus funcionários desempenham no cenário econômico nacional. Um bom exemplo vem do Grupo Back, maior empresa do sul do país neste ramo e que há 40 anos atua com a terceirização de serviços de segurança, vigilância, mão de obra especializada e recursos humanos. São mais de 6 mil colaboradores que trabalham para manter os mais diversos estabelecimentos protegidos e funcionando em perfeita ordem.
Ao fornecer esta mão de obra, a prestadora de serviço está focada em oferecer tranquilidade e segurança às empresas clientes - que buscam cada vez mais o efeito dowsinzing (processo de enxugamento) e se voltam para o planejamento estratégico, perguntando-se qual a sua verdadeira missão, questionando as atividades secundárias, independente do porte e segmento de atuação. A modernização das técnicas de administração, o desenvolvimento de equipes atuando estrategicamente com foco nos resultados e a expansão da especialização são fatores que incentivam a utilização frequente da prestação de serviços.
Por Julio Ribeiro - especialista em RH e gerente de negócios da Back RH
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